Adote um cachorro filhote ou adulto da Acãochego

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Tributo


Esse espaço é dedicado aos cãezinhos que viveram na Acãochego, não foram adotados e acabaram partindo. Que Deus os abençoe e que estejam felizes correndo e pulando com seus amigos que já se foram. Todos estarão em nossos pensamentos e corações para sempre. À eles dedicamos esse tributo.

A Princesa e o Príncipe são considerados símbolo da Acãochego por terem sido os primeiros cães recolhidos. Eram muito unidos e viveram muito tempo juntos. Infelizmente a Princesa que já estava idosa e com problemas cardíacos teve um infarto e faleceu.

Nosso querido Príncipe era muito bonito, grandão, extremamente amoroso e carinhoso, uma criança carinhosa. Estava bem idoso e tinha uma insuficiência renal grave. Apesar de todo o tratamento que recebeu, acabou não resistindo. Principe você leva parte do nosso coração, do nosso amor, sempre iremos nos lembrar de você, assim como nos lembramos da Princesa. Que Jesus e São Francisco o receba em seu novo plano, onde vai poder correr livremente, alegre e feliz.

Vizinho estava com inúmeros bicos de papagaios enormes em toda sua coluna e um tumor. Sentia muita dor, muito sofrimento. Vizinho era extremamente amoroso, sempre nos olhou com amor, com carinho, agradecendo todo cuidado que recebia. Era muito alegre e adorava correr com o Brad e outros cães da ONG. Era um dos guardiões da ONG. Sentiremos muito sua falta.

Frederico estava com 13 anos e tinha alguns problemas de saúde. Ele era muito carente e bonzinho. Sentiremos saudades.

Michael já havia perdido uma perna devido a um tumor que apareceu e de um tempo para cá apareceu outro tumor muito agressivo em outra perna. Acabou descansando. Michael era carente e amoroso assim como seus irmãos. Sentiremos saudades.

Pelezinho já estava velhinho e acabou partindo. Ele era muito amoroso e tranquilo. Sentiremos saudades.

Bug tinha um tumor no focinho e estava desenganado desde o ano passado. Bug era muito dócil e carente. Sentiremos sua falta.

Sara estava com 15 anos e teve novamente a doença do carrapato. Acabou não resistindo. Ela era muito carinhosa, alegre e carente. Sentiremos saudades.

Lili estava com um tumor que não era mais tratável. Esse diagnóstico foi dado há dois anos. Lili era muito tranquila e amorosa. Sentiremos muito sua falta.

Nino estava velhinho e alguns tumores começaram a aparecer e se espalhar pelo corpo. Acabou não resistindo. Nino era muito dócil e carente. Adorava receber carinho. Sentiremos saudades.

Terrinha estava velhinha, mas não apresentava nenhum problema, então acreditamos que tenha falecido devido a idade mesmo.Ela era pequenininha, delicadinha, amorosa e tranquila. Sentiremos saudades.

Samantha estava com muitos tumores e por isso fazia tratamento, mas acabou não resistindo. Ela era muito carente, amável e tranquila. Sentiremos sua fata.

Chorona já estava mais velhinha, fazia tratamento para doença do carrapato e acabou não resistindo. Ela era muito carente e amorosa. Sentiremos saudades.

Pingo estava velhinho já e desde que seu companheiro Sarney falceceu ele ficou muito triste, abatido. Pingo era muito amoroso e carente. Sentiremos saudades.

Estava velhinho e meio debilitado já há algum tempo. Acabou descansando. Caco era muito quietinho e amoroso. Sentiremos sua falta.

A filhote 2 da Neguinha estava com doença do carrapato, mas quando descobriu-se já estava em estágio bem avançado. Ela vivia feliz com suas duas irmãs e seu pai, o Rock. Era amorosa e carente. Sentiremos sua falta. 

Tuti estava bem velhinho e teve falência múltipla de órgãos. Ele era tranquilo, amororoso e carente. Sentiremos sua falta.

PACO
Nascimento: 01/05/2008
Falecimento: 09/01/2021

Vovô foi recolhido em 04/2020 já velhinho e com vários problemas de saúde. Felizmente nos últimos meses de sua vidinha pode recebr cuidados e carinho. Vovê era muito dócil e carente. Sentiremos saudades.

Lady estava velhinha, mas bem. Ela foi picada por uma cobra coral e não houve tempo para socorrer. Lady era muito amorosa e carente. É muito triste quando partem assim, sentiremos sua falta.

Joca vivia bem com sua mãe Juddy, mas ficou um pouco abatido por causa de uma cegueira devido a idade. Numa certa manhã foi encontrado já sem vida. Não se sabe ao certo o que aconteceu. Joca sempre vinha no portão pegar biscoito e receber carinho. Sentiremos sua falta.

Alguns dias antes de falecer, Maria Clara ficou doentinha, foi medicada e melhorou, mas ainda ficou meio abatida. No dia em que estava certo de ir para o veterinário amanheceu já sem vida. Acredita-se que ela podia estar com um tumor que estourou. Maria Clara era muito doce e carente. Vivia grudada na filha Clarinha e dividia o canil também com o Sansão. Eram bem unidos. Sentiremos sua falta.

Peter foi recolhido quando tinha mais ou menos uns 9 anos, vítima de maus tratos. Estava bem debilitado e acabou partindo. Peter era tranquilo, carente e amoroso. Sentiremos saudades.

Neguinha tratava uma doença renal grave e acabou tendo também tumores no fígado, baço e pâncreas. Ficou bem doentinha e não conseguimos salvá-la. Neguinha era muito amorosa e alegre. Sentiremos sua falta.


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Tributo a um Cão

“O mais altruísta dos amigos que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona e nunca mostra ingratidão ou deslealdade é o cão.

Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença. Ele dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram e a neve se lança impetuosamente.

Quando só ele estiver ao lado de seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento a oferecer, ele lamberá as feridas e as dores que aparecem nos encontros com a violência do mundo.

Ele guarda o sono de seu próprio dono como se fosse um príncipe. Quando todos os amigos o abandonarem, o cão permanecerá. Quando a riqueza desaparece e a reputação se despedaça, ele é constante em seu amor como o Sol em sua jornada através do firmamento.

Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o privilégio maior de acompanhá-lo, para protegê-lo contra o perigo, para lutar contra os inimigos.

E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é deixado na laje fria, não importa que todos os amigos sigam seu caminho, lá ao lado de sua sepultura se encontrará seu nobre cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes mas em atenta observação, fé e confiança mesmo à morte.”

Este tributo foi apresentado ao júri pelo ex-senador americano George Graham Vest (1830-1904), então advogado, que representou o proprietário de um cão da raça FoxHound chamado Old Drum (Velho Tambor) e que foi morto a tiros, propositadamente, pelo vizinho. O fato ocorreu em 23 de setembro de 1870, na cidade de Warrensburg, Missouri, nos Estados Unidos. O Senador ganhou o caso e seu discurso arrancou lágrimas dos jurados. Hoje existe uma estátua do cão na cidade e o discurso está inscrito na entrada do tribunal de justiça.

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