Adote um cachorro filhote ou adulto da Acãochego

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Tributo


Esse espaço é dedicado aos cãezinhos que viveram na Acãochego, não foram adotados e acabaram partindo. Que Deus os abençoe e que estejam felizes correndo e pulando com seus amigos que já se foram. Todos estarão em nossos pensamentos e corações para sempre. À eles dedicamos esse tributo.

A Princesa e o Príncipe são considerados símbolo da Acãochego por terem sido os primeiros cães recolhidos. Eram muito unidos e viveram muito tempo juntos. Infelizmente a Princesa que já estava idosa e com problemas cardíacos teve um infarto e faleceu.

Nosso querido Príncipe era muito bonito, grandão, extremamente amoroso e carinhoso, uma criança carinhosa. Estava bem idoso e tinha uma insuficiência renal grave. Apesar de todo o tratamento que recebeu, acabou não resistindo. Principe você leva parte do nosso coração, do nosso amor, sempre iremos nos lembrar de você, assim como nos lembramos da Princesa. Que Jesus e São Francisco o receba em seu novo plano, onde vai poder correr livremente, alegre e feliz.

Vizinho estava com inúmeros bicos de papagaios enormes em toda sua coluna e um tumor. Sentia muita dor, muito sofrimento. Vizinho era extremamente amoroso, sempre nos olhou com amor, com carinho, agradecendo todo cuidado que recebia. Era muito alegre e adorava correr com o Brad e outros cães da ONG. Era um dos guardiões da ONG. Sentiremos muito sua falta.

PACO
Nascimento: 01/05/2008
Falecimento: 09/01/2021

Vovô foi recolhido em 04/2020 já velhinho e com vários problemas de saúde. Felizmente nos últimos meses de sua vidinha pode recebr cuidados e carinho. Vovê era muito dócil e carente. Sentiremos saudades.

Lady estava velhinha, mas bem. Ela foi picada por uma cobra coral e não houve tempo para socorrer. Lady era muito amorosa e carente. É muito triste quando partem assim, sentiremos sua falta.

Joca vivia bem com sua mãe Juddy, mas ficou um pouco abatido por causa de uma cegueira devido a idade. Numa certa manhã foi encontrado já sem vida. Não se sabe ao certo o que aconteceu. Joca sempre vinha no portão pegar biscoito e receber carinho. Sentiremos sua falta.

Alguns dias antes de falecer, Maria Clara ficou doentinha, foi medicada e melhorou, mas ainda ficou meio abatida. No dia em que estava certo de ir para o veterinário amanheceu já sem vida. Acredita-se que ela podia estar com um tumor que estourou. Maria Clara era muito doce e carente. Vivia grudada na filha Clarinha e dividia o canil também com o Sansão. Eram bem unidos. Sentiremos sua falta.

Peter foi recolhido quando tinha mais ou menos uns 9 anos, vítima de maus tratos. Estava bem debilitado e acabou partindo. Peter era tranquilo, carente e amoroso. Sentiremos saudades.

Neguinha tratava uma doença renal grave e acabou tendo também tumores no fígado, baço e pâncreas. Ficou bem doentinha e não conseguimos salvá-la. Neguinha era muito amorosa e alegre. Sentiremos sua falta.

Cacau estava velhinha e fazia tratamento para doença do carrapato. Chegou a fazer até transfusão de sangue, mas acabou não resistindo. Cacau era muito amorosa e carente. Sentiremos sua falta.

Meg estava na ONG há bastante tempo. Acabou falecendo de velhice. Era muito amorosa e carente. Sentiremos sua falta.

Maia estava velhinha e com vários tumores. Acabou partindo. Maia estava sempre preocupada com seus filhos, era a menor do canil, mas defendia todos. Sentiremos sua falta.

Lorena fazia tratamento para doença do carrapato e tinha alguns tumores. Acabou não resistindo. Ela era muito amorosa e carente. Sentiremos saudades.

Alemão era um cachorro grande e estava com 13 anos. Em uma manhã foi encontrado já sem vida. Infelizmente era um cão bravo, talvez por algum trauma sofrido antes de ser recolhido, mas por isso não aceitava carinho. Agora descansou e provavelmente encontrou sua família.

Paquito estava com 12 anos e tinha alguns tumores. Estava desenganado há uns 6 meses. Ontem acabou descansando. Ele vivia com sua mãe Vida (falecida em 2017). Paquito era muito carinhoso e carente. Sentiremos sua falta.

Pluto estava com quase 13 anos e vinha tratando uma insuficiência renal. Acabou não resistindo mais. Ele vivia com seu amigo Barão (falecido em 2018). Depois que Barão faleceu ele acabou ficando mais triste. Pluto era carinhoso e carente. Sentiremos sua falta.

Sassa sofreu uma lesão na coluna junto a outras complicações. Parou de andar e de se alimentar. Infelizmente partiu muito cedo. Sassa era carente e amorosa. Sentiremos saudades.

Neste último ano Brad teve dois AVCs e tinha alguns tumores devido a idade, chegou a ficar bem mal, mas depois deu uma boa recuperada. Então numa madrugada teve um infarto e se foi. Brad era muito bonitão, bonzinho, carente e sociável. Sentiremos muito sua falta.

Luck estava há algum tempo com alguns problemas de saúde por estar já velhinho. Acabou descansando. Era muito fofo e carente. Sentiremos saudades.

Lobinho não estava muito bem e chegou a ir ao veterinário, mas não deu tempo de ter um diagnóstico preciso do que ele tinha. Lobinho era muito amável, carente e companheiro, sentiremos saudades.

Nosso querido Kaká já estava velhinho e tinha alguns problemas devido a idade. Kaká era muito doce e carente. Sentiremos sua falta.

Boris era grande e muito receoso, mas mesmo assim vinha no portão pegar biscoito. De repente ficou debilitado e com fraqueza. Fez exames e o resultado deu normal. Sentiremos sua falta.

Cléo ficou mal de repente e muito rápido, suspeita-se que tenha sido picada por uma aranha. Ela vivia no mesmo canil que sua filha, era amorosa e carente. Sentiremos sua falta.


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Tributo a um Cão

“O mais altruísta dos amigos que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona e nunca mostra ingratidão ou deslealdade é o cão.

Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença. Ele dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram e a neve se lança impetuosamente.

Quando só ele estiver ao lado de seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento a oferecer, ele lamberá as feridas e as dores que aparecem nos encontros com a violência do mundo.

Ele guarda o sono de seu próprio dono como se fosse um príncipe. Quando todos os amigos o abandonarem, o cão permanecerá. Quando a riqueza desaparece e a reputação se despedaça, ele é constante em seu amor como o Sol em sua jornada através do firmamento.

Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o privilégio maior de acompanhá-lo, para protegê-lo contra o perigo, para lutar contra os inimigos.

E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é deixado na laje fria, não importa que todos os amigos sigam seu caminho, lá ao lado de sua sepultura se encontrará seu nobre cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes mas em atenta observação, fé e confiança mesmo à morte.”

Este tributo foi apresentado ao júri pelo ex-senador americano George Graham Vest (1830-1904), então advogado, que representou o proprietário de um cão da raça FoxHound chamado Old Drum (Velho Tambor) e que foi morto a tiros, propositadamente, pelo vizinho. O fato ocorreu em 23 de setembro de 1870, na cidade de Warrensburg, Missouri, nos Estados Unidos. O Senador ganhou o caso e seu discurso arrancou lágrimas dos jurados. Hoje existe uma estátua do cão na cidade e o discurso está inscrito na entrada do tribunal de justiça.

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