Adote um cachorro filhote ou adulto da Acãochego

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Tributo


Esse espaço é dedicado aos cãezinhos que viveram na Acãochego, não foram adotados e acabaram partindo. Que Deus os abençoe e que estejam felizes correndo e pulando com seus amigos que já se foram. Todos estarão em nossos pensamentos e corações para sempre. À eles dedicamos esse tributo.

A Princesa e o Príncipe são considerados símbolo da Acãochego por terem sido os primeiros cães recolhidos. Eram muito unidos e viveram muito tempo juntos. Infelizmente a Princesa que já estava idosa e com problemas cardíacos teve um infarto e faleceu.

Nosso querido Príncipe era muito bonito, grandão, extremamente amoroso e carinhoso, uma criança carinhosa. Estava bem idoso e tinha uma insuficiência renal grave. Apesar de todo o tratamento que recebeu, acabou não resistindo. Principe você leva parte do nosso coração, do nosso amor, sempre iremos nos lembrar de você, assim como nos lembramos da Princesa. Que Jesus e São Francisco o receba em seu novo plano, onde vai poder correr livremente, alegre e feliz.

Vizinho estava com inúmeros bicos de papagaios enormes em toda sua coluna e um tumor. Sentia muita dor, muito sofrimento. Vizinho era extremamente amoroso, sempre nos olhou com amor, com carinho, agradecendo todo cuidado que recebia. Era muito alegre e adorava correr com o Brad e outros cães da ONG. Era um dos guardiões da ONG. Sentiremos muito sua falta.

Maga tinha 11 anos e estava bem. Em um dia ficou mais quieta, não quis comer e no dia seguinte partiu. Não deu tempo de descobrir o que aconteceu. Maga era muito fofa, carinhosa e carente. Sentiremos sua falta.

Rebeca tinha pressão alta e estava em tratamento há mais de ano. Infelizmente nos deixou. Sentiremos falta de seu jeitinho carente e meigo.

Kauê teve múltipla falência de órgãos. Kauê era um cãozinho alegre, amoroso e carente. Sentiremos sua falta.

Duque teve um infarto e acabou falecendo. Duque era um cãozinho amoroso e carente. Sentiremos sua falta.

Pitty estava com doença do carrapato, insuficiência renal e cardíaca. Pitty era meio bravinha com outros cães, mas extremamente amorosa com pessoas. Subia no colo pra pedir carinho, tinha um olhar alegre e seu porte chamava bastante a atenção. Sentiremos muita falta do seu jeito carinhoso e carente.

Bob estava em tratamento da diabetes, já não enxergava mais e possuía outros problemas de saúde. Bob era muito carente e sempre vinha no portão pegar biscoito. Sentiremos sua falta.

Tetê tinha diabetes e recentemente estava tratando de uma doença do carrapato. Tetê era uma cachorra encantadora, tinha um porte diferente porque era baixa, troncuda e com as patas extremamente largas. Era muito gostoso agradar aquelas patas. Deixará saudades...

Monalisa foi vítima de um infarto e acabou nos deixando. Sentiremos falta de seu jeitinho doce e amoroso.

Remi estava bem velhinho e com problema renal. Era um cãozinho muito amororso e carente. Sentiremos saudades.

Loló estava com tumores e fazia tratamento, mas acabou não resistindo. Loló era muito dócil e amororsa. Sentiremos falta de seu jeitinho.

Amiga já estava bem velhinha e tinha muitos tumores pelo corpo. Ela era muito amorosa, alegre, sociável e carente. Sentiremos sua falta.

Filó ficou muito abatida depois que seu pai Shazam faleceu. Ela tinha diabetes e também recebia tratamento para doença do carrapato. Acabou não resistindo. Infelizmente não era fácil agradar a Filó, pois era meio brava, mas nos últimos meses ela estava mais calma tornando possível a aproximação. Agora deve estar feliz junto ao Shazam.

Band tinha uma insuficiência renal grave e estava com a doença do carrapato. Estava em tratamento, mas não resistiu. Band era um cãozinho alegre e amoroso. Sentiremos saudades.

Pinguim estava bem velhinho e tinha insuficiência cardíaca grave. Teve um infarto e acabou falecendo. Sentiremos falat de seu jeito amoroso e tranquilo.

Miucha já era idosinha e estava mal de saúde há algum tempo. Era muito doce, carente e apesar de não ter mais dentinhos para mastigar adorava um biscoito. Sentiremos muito sua falta.

JOHNNY
Nascimento: 01/06/2015
Falecimento: 30/01/2019

Magali já era idosa quando foi recolhida e tomava remédios fortes para controlar as crises de convulsão que enfrentava. Ficou um bom tempo estável e depois começou a definhar, emagreceu e começou a ter problemas para se locomover. Acabou partindo. Magali era extremamento meiga e carente. Sentiremos muito sua falta.

Tchuca vivia há muitos anos na ONG com sua irmã Teca. Estava com 14 anos e tratava uma doença de carrapato. Acabou não resistindo. Sentiremos saudades de seu jeitinho doce.

Chispita sempre foi alegre, simpática e feliz. Adorava se deitar em uma cadeira e sempre tinhamos uma cadeira pra que ela se acomodasse. Estava com 15 anos e em tratamento devido a doença do carrapato. Acabou nos deixando. Leve todo nosso amor e saudades, nunca vamos esquecê-la, Chispita.

Kiara estava muito mal há algum tempo, teve dois AVCs em um mês e fazia tratamento da doença do carrapato. Acabou descansando. Kiara era um amor e foi muito triste não ter conseguido um lar assim como tantos outros. Sentiremos sua falta.

Dara tinha insuficiência renal e fazia tratamento há algum tempo. Acabou não resistindo mais. Dara era muito brava e por isso difícil de agradar, mas sentirmos sua falta mesmo assim.


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Tributo a um Cão

“O mais altruísta dos amigos que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona e nunca mostra ingratidão ou deslealdade é o cão.

Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença. Ele dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram e a neve se lança impetuosamente.

Quando só ele estiver ao lado de seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento a oferecer, ele lamberá as feridas e as dores que aparecem nos encontros com a violência do mundo.

Ele guarda o sono de seu próprio dono como se fosse um príncipe. Quando todos os amigos o abandonarem, o cão permanecerá. Quando a riqueza desaparece e a reputação se despedaça, ele é constante em seu amor como o Sol em sua jornada através do firmamento.

Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o privilégio maior de acompanhá-lo, para protegê-lo contra o perigo, para lutar contra os inimigos.

E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é deixado na laje fria, não importa que todos os amigos sigam seu caminho, lá ao lado de sua sepultura se encontrará seu nobre cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes mas em atenta observação, fé e confiança mesmo à morte.”

Este tributo foi apresentado ao júri pelo ex-senador americano George Graham Vest (1830-1904), então advogado, que representou o proprietário de um cão da raça FoxHound chamado Old Drum (Velho Tambor) e que foi morto a tiros, propositadamente, pelo vizinho. O fato ocorreu em 23 de setembro de 1870, na cidade de Warrensburg, Missouri, nos Estados Unidos. O Senador ganhou o caso e seu discurso arrancou lágrimas dos jurados. Hoje existe uma estátua do cão na cidade e o discurso está inscrito na entrada do tribunal de justiça.

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