Adote um cachorro filhote ou adulto da Acãochego

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Tributo


Esse espaço é dedicado aos cãezinhos que viveram na Acãochego, não foram adotados e acabaram partindo. Que Deus os abençoe e que estejam felizes correndo e pulando com seus amigos que já se foram. Todos estarão em nossos pensamentos e corações para sempre. À eles dedicamos esse tributo.

A Princesa e o Príncipe são considerados símbolo da Acãochego por terem sido os primeiros cães recolhidos. Eram muito unidos e viveram muito tempo juntos. Infelizmente a Princesa que já estava idosa e com problemas cardíacos teve um infarto e faleceu.

Nosso querido Príncipe era muito bonito, grandão, extremamente amoroso e carinhoso, uma criança carinhosa. Estava bem idoso e tinha uma insuficiência renal grave. Apesar de todo o tratamento que recebeu, acabou não resistindo. Principe você leva parte do nosso coração, do nosso amor, sempre iremos nos lembrar de você, assim como nos lembramos da Princesa. Que Jesus e São Francisco o receba em seu novo plano, onde vai poder correr livremente, alegre e feliz.

Isabella foi picada por uma cobra e não houve tempo de socorrer. Em volta da ONG existe uma mata preservada e é bem complicado manter as cobras longe. Isabella ficou pouco tempo na ONG, mas sentiremos sua falta.

FRANCISCO
Nascimento: 01/05/2006
Falecimento: 06/09/2018

Flor sofria de aplasia, sua medula parou de funcionar. É uma doença muito difícil de se tratar. Sentiremos muita falta de seu jeito doce, carinhoso e carente.

Samantha viveu muito tempo na ONG e acabou falecendo de velhice mesmo. Sentiremos falta de seu jeitinho carente e amoroso.

Cidão era um cachorro muito grande, misto de Dogue Alemão, pesado, não andava, era cego e assim mesmo foi abandonado na marginalzinha da rodovia Anchieta em uma noite de muita chuva em Janeiro/18. Desde que foi recolhido ficou hospedado na clínica com quem trabalhamos, precisava de cuidados constantes, não chegou a ir morar na chácara. Sempre triste, alheio ao movimento à sua volta, seja de animais ou de pessoas. Recebeu sempre muitos cuidados e carinho. Com tanta necessidade de cuidados, abandoná-lo à sua própria sorte, só mesmo o ser humano poderia ser capaz dessa atitude. Graças à Deus viveu com dignidade, cuidados e carinho desde que foi recolhido.

Neco teve um tumor cerebral grande e infelizmente não foi possível tratar. Sentiremos falta de seu jeito amoroso e carente.

Pretinha já estava velhinha e contraiu a doença do carrapato. Acabou não aguentando o tratamento. Pretinha era muito amorosa e dócil. Sentiremos saudades.

Laís foi picada por uma cobra e infelizmente a ação do veneno foi muito rápido. Não houve tempo de socorrer. Laís era muito amorosa e carente. Sentiremos sua falta.

Bob ficou internado durante 3 semanas devido a um tumor na região da coluna cervical e a doença do carrapato. Infelizmente não resistiu ao tratamento. Deixará saudades.

Ralf tinha insuficiência renal grave e o ruim acabou parando de vez de funcionar. Sentiremos falta de seu jeito amoroso.

Mila parecia bem até que apareceu um caroço no peito e cresceu rapidamente. Chegou a receber tratamento, mas acabou não resistindo. Sentiremos falta de seu jeitinho amoroso.

Pitucha era muito dócil, meiga e amorosa. Estava tratando um câncer de intestino, mas a situação era grave e depois de alguns meses internada acabou falecendo. Sentiremos saudades.

Athos passou sua vida toda na ong com sua família. Com o passar dos anos um a um foi falecendo e agora infelizmente ele se foi também. Ficamos tristes por nunca terem sido adotados, pois tinham um teperamento difícil que complicava a adoção.

Petuti estava sempre muito alegre e carinhoso. Gostava de se encostar junto ao nosso corpo e receber carinho. No ano passado teve um câncer osseo em um dos dedinhos e após a biópsia nossa veterinária avisou que iria logo. Ainda ficou conosco mais de um ano. Sentiremos saudades.

Fasutão parecia bem, estava alegre, brincalhão e comilão. De repente teve uma hemorragia e faleceu muito rápido. Não houve tempo de socorrer. Sentiremos falta de seu jeitinho carente e amoroso.

Na última segunda comeu pouco e na terça parou de andar. Foi levado para clínica onde descobriu-se um tumor no baço, fígado e rins trabalhando com dificuldade. Teve várias convulsões e acabou não resistindo. Sentiremos falta de seu jeitinho carente e amoroso.

Suzi fazia tratamento para doença do carrapato há algum tempo, mas seu corpo não reagia mais à medicação. Sentiremos falta de seu jeitinho doce e carente.

Nosso querido Joe estava internado há quase 50 dias, há meses lutava contra um linfoma, Foi muito guerreiro, tentava reagir, mas também tinha doença do carrapato que agravou mais sua situação. Sofreu muito e estávamos esperando o momento certo de deixa-lo descansar. Repentinamente deu uma boa melhorada, não só na aparência externa como também em seus exames. Estava mais alegre, mas nesta madrugada se foi serenamente. Sentiremos sua falta, Joe.

Barbicha teve cinomose quando filhote e sobreviveu, mas acabou ficando com sequelas graves. Nunca desistiu de lutar e acreditamos que por isso tenha vivido por volta de 11 anos. Sentiremos falta de seu jeito doce e de sua vontade de viver.

Narizinho ficou mal de repente e chegou a ser levado ao veterinário, mas não deu tempo de salvar. Era um cachorro bravo, mas há alguns anos mudou o comportamento e já permitia receber carinho. Deixará saudades.

Léo estava fazendo quimioterapia para tratar um tumor grande na próstata e outros que apareceram no corpo. A quimioterapia acabou judiando bastante e o corpinho dele não estava reagindo como o esperado. Acabou entrando em coma e faleceu. Léo era muito fofo e tinha o costume de dormir em cima de uma casinha de madeira, parecia o Snoopy. Sentiremos saudades de seu jeito meigo e carente.

Chicão era muito carente e receoso. Tínhamos que agradá-lo com cuidado para que ele não se sentisse coagido. Era bruto, mas amoroso. Sentiremos falta de seu olhar e jeito pedindo carinho. Estava com idade avançada e quando passou mal descobriu-se que tinha muitos tumores internos. Ficou um mê internado e não resistiu. Sempre lembraremos de você, Chicão!


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Tributo a um Cão

“O mais altruísta dos amigos que um homem pode ter neste mundo egoísta, aquele que nunca o abandona e nunca mostra ingratidão ou deslealdade é o cão.

Senhores jurados, o cão permanece com seu dono na prosperidade e na pobreza, na saúde e na doença. Ele dormirá no chão frio, onde os ventos invernais sopram e a neve se lança impetuosamente.

Quando só ele estiver ao lado de seu dono, ele beijará a mão que não tem alimento a oferecer, ele lamberá as feridas e as dores que aparecem nos encontros com a violência do mundo.

Ele guarda o sono de seu próprio dono como se fosse um príncipe. Quando todos os amigos o abandonarem, o cão permanecerá. Quando a riqueza desaparece e a reputação se despedaça, ele é constante em seu amor como o Sol em sua jornada através do firmamento.

Se a fortuna arrasta o dono para o exílio, o desamparo e o desabrigo, o cão fiel pede o privilégio maior de acompanhá-lo, para protegê-lo contra o perigo, para lutar contra os inimigos.

E quando a última cena se apresenta, a morte o leva em seus braços e seu corpo é deixado na laje fria, não importa que todos os amigos sigam seu caminho, lá ao lado de sua sepultura se encontrará seu nobre cão, a cabeça entre as patas, os olhos tristes mas em atenta observação, fé e confiança mesmo à morte.”

Este tributo foi apresentado ao júri pelo ex-senador americano George Graham Vest (1830-1904), então advogado, que representou o proprietário de um cão da raça FoxHound chamado Old Drum (Velho Tambor) e que foi morto a tiros, propositadamente, pelo vizinho. O fato ocorreu em 23 de setembro de 1870, na cidade de Warrensburg, Missouri, nos Estados Unidos. O Senador ganhou o caso e seu discurso arrancou lágrimas dos jurados. Hoje existe uma estátua do cão na cidade e o discurso está inscrito na entrada do tribunal de justiça.

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